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Tratamento Médico Pode Evitar Amputações E Salvar Vidas
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O Instituto de Oxigenoterapia Hiperbárica do Brasil (IOHB), localizado no bairro Floresta, é pioneiro na Capital gaúcha.
A Medicina Hiperbárica pode reduzir o grande número de amputações que ocorrem todos os anos no Rio Grande do Sul. Pessoas portadoras de enfermidades de natureza isquêmica, infecciosa, traumática ou inflamatória - principalmente quando há o risco de amputações de membros - podem se beneficiar deste tratamento médico. Outras doenças como gangrena, síndrome de Fournier, lesões por radiação, queimaduras, enxertos e osteomielites também são tratáveis. A modalidade, conhecida como Oxigenoterapia Hiperbárica, é uma terapia que proporciona a cicatrização de tecidos e o controle de infecções, proporcionando melhorias em diversas doenças agudas ou crônicas.
O tratamento consiste na absorção de oxigênio até 20 vezes mais do que o obtido num ambiente natural. A oxigenoterapia hiperbárica é uma modalidade terapêutica principal ou coadjuvante ao tratamento convencional, no qual o paciente respira oxigênio puro (100%) num nível acima da pressão atmosférica e dentro de uma câmara pressurizada.
Atualmente no país, existem 75 serviços disponíveis dessa modalidade terapêutica, sendo que na região Sul do país o Instituto de Oxigenoterapia Hiperbárica do Brasil (IOHB) é pioneiro e único em Porto Alegre (RS). O IOHB, que iniciou suas atividades em janeiro de 2004, é um centro especializado com tecnologia de última geração. Conforme o diretor clínico do IOHB, Dr. Fernando Bernardi, o Instituto realiza em média 500 sessões por mês e atualmente atende pacientes encaminhados pela rede pública e privada.
"A câmara hiperbárica segue o procedimento de um submarino. Ao iniciar a sessão, com duas horas de duração, é realizada a pressurização do interior da câmara a uma pressão que varia entre 2 e 3 ATA (acima da pressão atmosférica). Cada paciente recebe uma máscara de oxigênio, por onde será administrado o oxigênio puro (100%) durante a sessão", diz o diretor do IOHB.
Ainda segundo o Dr. Fernando Bernardi, o número de sessões é definido pelo médico hiperbarista, que diagnosticando e avaliando a condição do paciente determina a quantidade às quais este deverá ser submetido. "A administração do tratamento, para todos os casos, se faz de forma intermitente, em sessões diárias. O que varia, caso a caso, é a duração do tratamento e o nível de pressão, que são estabelecidos conforme a patologia e a evolução do tratamento", explica o Dr Fernando Bernardi.
Dados da Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica revelam uma redução de custos em até 40% - quando existe uma indicação absoluta para o tratamento e se comparados com o tratamento convencional.
Desde 1995, a Oxigenoterapia Hiperbárica está regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina, por meio da resolução nº 1457/95.
O IOHB
O Instituto de Oxigenoterapia Hiperbárica do Brasil (IOHB) - localizado no bairro Floresta (Rua Visconde do Rio Branco, 545) - tem duas câmaras hiperbáricas (do tipo multiplace) que comportam 9 pessoas cada uma, tendo capacidade para atender até 90 pacientes/dia. O IOHB também está equipado com consultórios médicos, sala de procedimento, salas de espera, recepção e estacionamento.
Histórico da Medicina Hiperbárica
A Medicina Hiperbárica ou Oxigenoterapia Hiperbárica teve sua primeira conceituação em 1662, na Europa, quando um padre inglês, que exercia a medicina da época, observou que as pessoas que viviam nas montanhas, vindo para as estações de tratamento do litoral, apresentavam significativa melhora de suas feridas crônicas e do estado geral de saúde.
Ele concluiu que tal fato talvez fosse devido à diferença de pressão do mar. A partir desta observação, construiu, então, um vaso de pressão, ou seja, uma câmara metálica, a qual denominou “domicilium” e, onde começou a ministrar “banhos de ar comprimido”, com pressões mais elevadas que a pressão atmosférica normal. O padre indicava para o tratamento com altas pressões, pessoas com patologias agudas e para sessões com pressões mais baixas, as patologias crônicas. Os resultados obtidos foram eficazes.
E, assim, de forma empírica, foram lançadas as raízes da medicina hiperbárica ou oxigenoterapia hiperbárica. Hoje, a Medicina Hiperbárica é praticada em todo mundo, sendo que existem mais de 3 mil serviços espalhados por diversos países, entre eles, Estados Unidos e Japão.
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IOHB - Rua Visconde do Rio Branco, 545
Porto Alegre (RS) - Fone: (51) 3346 7344 |
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