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Câmara Hiperbárica |
Embora os registros apontem que desde o século XVI são realizados estudos com oxigenoterapia hiperbárica, o uso científico de câmaras hiperbáricas na medicina clínica começou em 1955.
O equipamento necessário para criar condição hiperbárica de forma absolutamente segura é uma cãmara hiperbárica devidamente certificada. Assim, ela oferece, além de conforto, uma central de monitoração, que detém o controle contínuo dos percentuais de oxigênio, com suprimento individual por paciente e circuito de som e vídeo, que monitora permanentemente o tratamento e as atividades internas da câmara.
São dois tipos de câmaras hiperbáricas: a monoplace, para um paciente apenas e a multiplace, que são apropriadas para acomodar mais pacientes, um auxiliar técnico e um médico hiperbarista.
A câmara hiperbárica segue o modelo de um submarino. Ao iniciar a sessão, é realizada a pressurização do interior da câmara a uma pressão 2 a 3 ATA (acima da pressão atmosférica). Cada paciente recebe uma máscara de oxigênio, por onde será administrado o oxigênio puro (100%) durante todo o período da sessão (2 horas).
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Veja Também:
Histórico
Definição
Câmara Hiperbárica
Modo Terapêutico
Administração do Tratamento
Indicações
Número de Sessões
Relação custo e benefício
Informações adicionais
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IOHB - Rua Visconde do Rio Branco, 545
Porto Alegre (RS) - Fone: (51) 3346 7344 |
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