A Medicina Hiperbárica ou Oxigenoterapia Hiperbárica teve sua primeira conceituação em 1662, na Europa, quando um padre inglês, que exercia a medicina da época, observou que as pessoas que viviam nas montanhas, vindo para as estações de tratamento do litoral, apresentavam significativa melhora de suas feridas crônicas e do estado geral de saúde. Ele concluiu que tal fato talvez fosse devido à diferença de pressão do mar.
A partir desta observação, construiu, então, um vaso de pressão, ou seja, uma câmara metálica, a qual denominou "domicilium" e, onde, começo a ministrar "banhos de ar comprimido", com pressões mais elevadas que a pressão atmosférica normal. Indicava para o tratamento com altas pressões, pessoas com patologias agudas e para sessões com pressões mais baixas, as patologias crônicas. Os resultados obtidos eram eficazes. E, assim, de forma empírica, foram lançadas as raízes da medicina hiperbárica ou oxigenoterapia hiperbárica.
Embora estes registros apontem o surgimento da Medicina Hiperbárica no século XVI, o uso científico das câmaras na medicina clínica começou em 1955. |